Estranha Balada…
Tocas as flores murchas que alguém te ofereceu, quando o rio parou de correr e a noite foi tão luminosa quanto a lua que a espreita… Procuras ansioso aquilo que o mar não devorou, e passas a língua na cola dos selos lambidos por assassinos… enquanto a tua mão segura a faca cujo fio possui a fatalidade do sangue contaminado dos amantes ocasionais… hum!!!! nada a fazer, irás sozinho vida dentro com os braços estendidos como se entrasses na água, o corpo num arco de pedra tenso simulando a casa onde me abrigo do mortal brilho do meio-dia…
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