Poema em prosa…
Gosto quando estás calada, pois é como que estejas ausente, e ouves-me de longe e a minha voz não te toca, é como que os teus olhos tivessem voado, e parece que um beijo te fechou a boca. É como todas as coisas estejam cheias da minha alma, no meio das coisas da alma minha… borboleta de sonhos assemelhas-te á minha alma e pareces-te com a palavra melancolia. Gosto quando esta calada, estas como distante, estas como a reclamar, deixa-me calar com o teu silêncio, deixa-me falar também com o teu silencio… claro como a luz, simples como uma criança mas estrelado como a noite. Teu silêncio é de estrela longínqua e sincera, gosto quando esta calada pois é como estejas ausente, distante e dolorosa, uma palavra então, um sorriso basta… e estou alegre, alegre de que não seja assim…
1 Comments:
È nas profundezas da ausência e do silêncio que se maturam os mais belos sentimentos :)
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